sábado, 31 de março de 2012

Dia Nacional da Coleta da Solidariedade

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Neste domingo, dia 1º de abril, dioceses, paróquias e comunidades de todo país celebrarão o Domingo de Ramos, dia em que os cristãos de todo o mundo fazem memória a entrada de Jesus em Jerusalém. É nesta data que a Igreja realiza a Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade, em que todas as doações financeiras realizadas pelos fiéis farão parte dos Fundos Nacional e Diocesano de Solidariedade.

Domingo de Ramos: dia da Coleta Nacional da Solidariedade


Voltado para o apoio a projetos sociais, os fundos são compostos da seguinte maneira: 60% do total da coleta permanecem na diocese de origem e compõe o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% são destinados para o Fundo Nacional de Solidariedade. O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade de todas as celebrações do Domingo de Ramos será encaminhado à respectiva diocese.
Em 2012, com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, a Campanha da Fraternidade (CF) reflete junto aos seus fiéis temas como a atual situação do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o texto base da CF 2012, dados do IBGE mostram que enquanto os mais ricos usam a maior parte de seu orçamento com saúde no pagamento de planos privados, os mais pobres têm os remédios como item de maior consumo de seus gastos com saúde.

Veja a destinação dos recursos em 2011

     Em 2011 o fundo Nacional de Solidariedade recebeu, até o dia 20/10/2011, R$ 4.734,65. Este valor representa 40% dos recursos arrecadados na Coleta Nacional da Solidariedade deste ano. Até outubro de 2011 foram apoiados 121 projetos sociais. Em 12 anos o Fundo Nacional da Solidariedade já apoiou 1.903 projetos por todo Brasil. 

VAMOS MULTIPLICAR ESSA REDE NACIONAL DE SOLIDARIEDADE!
PARTICIPE!

Sua contribuição pode ser feita também por depósito bancário.
Caixa Econômica Federal Ag.: 2220 - C/C 20-1 CNBB - Operação: 003

"Ser Solidário é Ser Humano"
Últimos dias de Jesus...'
Seguir Jesus é estar disposto a transformar o mundo...'




Cada um de nós tem lá suas ideias a respeito de como deve se apresentar e como deve ser tratada uma pessoa importante. Acabamos projetando em Jesus essas concepções. É natural! Faz parte da nossa maneira de entender a vida. Por isso, quando se faz um filme da vida de Cristo, tudo é muito bonito e respeitoso. Até a crucificação é filmada com certa grandiosidade, colorido e iluminação adequada, para solenizar o momento sagrado.

Será que já nos demos conta de que os últimos dias da vida de Jesus não foram exatamente assim? Conseguimos imaginar o Senhor sendo torturado numa delegacia de hoje, sem cenário solene, tratado como “Zé-ninguém”, na crueza do dia a dia da violência humana? Entre a entrada festiva como rei em Jerusalém e o deboche da flagelação e da coroação de espinhos e da inscrição na cruz (Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus), somos levados a pensar: Que tipo de rei o povo queria? E que tipo de rei Jesus, de fato, foi?

O povo ansiava por um Messias, mas cada um o imaginava de um jeito: poderia ser um rei, um guerreiro forte que expulsasse os romanos, um “ungido de Deus”, capaz de resolver tudo com grandes milagres. É verdade que havia também textos que falavam do Messias sofredor, que iria carregar os pecados do povo. Mas essa ideia tão estranha não tinha assim muito apelo. Talvez o povo pensasse como muita gente de hoje: “De sofredor já basta eu! Quero alguém que saiba vencer”.

Deus, como de costume, exagera na surpresa. O Messias, além de não vir alardeando poder, entra na fila dos condenados. Para quem não olhasse a história com os olhos de hoje, não haveria muita diferença entre as três cruzes no alto do Monte Calvário. O processo, a condenação e a execução de Nosso Senhor Jesus Cristo foram uma grande coleção de desrespeitos aos direitos humanos. O julgamento foi rápido, sem provas suficientes, sem direito de defesa. A tortura precede a morte, e a humilhação faz parte da pena.

Como logo depois vem a ressurreição, ascensão, glória etc... esquecemos depressa a imagem de Jesus como servo indefeso, como um judeu sem importância a quem as autoridades mandaram para a morte com aquele pouco caso com que costumam, tantas vezes, ser tratados até hoje os direitos dos pobres, especialmente, quando estes são acusados de algum delito, falso ou verdadeiro. “Este homem era realmente o Filho de Deus”. Esta é a conclusão do centurião que comandou a crucificação. Isso sabemos nós hoje, à distância de mais de dois mil anos, acostumados a honrar Jesus de todas as formas.

Que estranho rei e Filho de Deus é esse que se submete à tortura, que se deixa confundir com os dois ladrões que morrem a Seu lado? Percebemos que Deus está assumindo aí todos os nossos pecados e todas as nossas tragédias? Que está participando do destino de todos os que sofrem, inocentes e culpados? Quem está tomando posição diante da dor humana?

Não basta trazer flores para o crucifixo, louvar a Cristo com ramos bentos, fazer questão de ser chamado de cristão. Será que Jesus se contenta com isso tudo se não tivermos solidariedade com aqueles que hoje são companheiros de cruz de Nosso Senhor e nossos ritos não traduzirem nossa fé?

Estamos já no século XXI. São dois milênios em que nos acostumamos com o Cristo aclamado, nos habituamos com o símbolo da cruz, oramos ao Cristo poderoso nas necessidades. Será que não está na hora de perceber e viver melhor o apelo que nos vem do Filho de Deus, que aceitou ser um judeu sem defesa, a quem os poderosos trataram como um malfeitor?

Precisamos ser, como Jesus, uma Igreja servidora, missionária, evangelizadora e solidária com os que sofrem, compassiva com os caídos, disposta a transformar a injustiça do mundo, confiando mais na força do amor do que no poder.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Conheça o significado da Quaresma

Imagem de Destaque
Por que a Igreja utiliza a cor roxa nesse tempo?

Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".
Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.
Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.
Por que a cor roxa?
A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitênica e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.
Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
O Jejum
A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.
Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.
Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.
Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.
Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15h00. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.
No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.
CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Começa hoje Campanha da Fraternidade 2012: Saúde Pública é o tema este ano

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil quer mobilizar fiéis por melhorias no atendimento público.
Todos os anos, desde 1964, a Igreja Católica propõe um assunto para ser alvo de reflexão, principalmente durante o período da quaresma, os 40 dias que antecedem a Páscoa. A Campanha da Fraternidade 2012, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), começa hoje tendo como tema “Fraternidade e Saúde Pública“. 
Sob o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, retirado do livro do Eclesiástico (cf.Eclo 38,8), a campanha será aberta pelo secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, em evento marcado para as 14h, na sede da CNBB, em Brasília.  Também deverão estar presentes o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o sanitarista Nelson Rodrigues dos Santos, o gestor de Relações Institucionais da Pastoral da Criança e integrante do Conselho Nacional de Saúde, Clovis Boufleur, e o cirurgião integrante da equipe de assessoria da Pastoral da Saúde do Conselho Episcopal Latino-americano André Luiz de Oliveira.
O tema eleito para a campanha promete gerar grande mobilização popular. Motivos não faltam, já que está previsto o corte de R$ 5,5 bilhões no orçamento da pasta para este ano.
Além disso, diversas entidades querem buscar nas ruas apoio para modificação do projeto de lei complementar que regulamentou a Emenda 29. A proposta – aprovada no Senado em dezembro de 2011 e sancionada pela presidente Dilma Rousseff (PT) no mês passado – não agradou às associações de profissionais, conselhos regionais de medicina e secretarias municipais e estaduais de saúde.
De acordo com os organizadores, o objetivo da campanha é “refletir sobre a realidade da saúde no país, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobilizando por melhoria no sistema público de saúde”. O padre Áureo Nogueira de Freitas, vigário episcopal para ação pastoral da Arquidiocese de Belo Horizonte, destaca que é fundamental ver a saúde como um “dom de Deus” e procurar uma melhor qualidade de vida.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Capela Santa Rita de Cássia /NOTICIAS\


+ Campanha da Fraternidade +

Sabiamente, em 1964, a Igreja instituiu a Campanha da Fraternidade, com abrangência nacional, tendo como principal objetivo, evangelizar. Isto acontece em sintonia com o tempo da quaresma, e constitui espaço privilegiado de formação dentro da motivação proposta para cada ano.

Em 2012, o tema é: “A fraternidade e a Saúde Pública”, e o lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38, 8). A busca de saúde é uma urgência e uma das condições essenciais para que a pessoa tenha dignidade. Por isto, todos têm direito aos meios públicos para tratamento de saúde.

O grande objetivo da Campanha deste ano é refletir sobre a realidade da saúde no país em vista de uma vida saudável. Sabemos que a vida, a saúde e a doença são um mistério, verdadeiros dons de Deus, ambas relacionadas à ordem corporal e à espiritual, necessitando sempre de cura.

Ninguém escolhe ser doente. A doença se impõe. Mas buscamos a saúde e bem estar físico, psíquico, social e espiritual. Temos que ver a doença como oportunidade de evidência de valores contidos na pessoa. Podemos falar de igualdade, solidariedade, justiça, participação cidadã etc.

Na defesa de uma vida sadia e saudável, o empenho de solidariedade é fundamental. Todas as forças da sociedade devem ser canalizadas em benefício da saúde e de uma vida mais saudável. Há o papel imprescindível do Estado, da Igreja e de cada cidadão, cada um a seu modo trabalhando pela qualidade de vida das pessoas.
A saúde deve ser uma realidade concreta para as pessoas e a vida seja plenamente vivida em todas as suas dimensões, seja a nível pessoal, como social. Por isto, a Campanha da Fraternidade quer ser um sinal de esperança para o povo brasileiro, superando as fraquezas, valorizando a vida no todo.  

No passado, o que mais matava o povo eram as doenças contagiosas. Hoje é a obesidade, o câncer, os vícios, as doenças de coração, a AIDS etc. Grande parte de tudo isto tem relação forte com a alimentação e com o meio ambiente. São realidades que afetam a vida, os costumes e o dia a dia das pessoas.

No Sistema Único de Saúde, a saúde é vista como direito. Por isto, deve atender a todos, mas tem sido uma das maiores fontes de desvios. Muito dinheiro da saúde é destinado para outros fins. É uma proposta socialista, mas numa cultura capitalista, que valoriza mais o dinheiro do que a saúde das pessoas.

O que falta muito é o acompanhamento da comunidade organizada, a participação nos conselhos ligados à saúde, policiando o destino do dinheiro público destinado para essa área. Para isto é importante a consciência crítica das pessoas cobrando aquilo que é de direito. Só assim teremos uma realidade nova e mais humana.

Por fim, a Campanha da Fraternidade é momento de reflexão e conscientização sobre o que está acontecendo com a saúde pública. O que vemos é a sua privatização, tendo em vista os diversos planos particulares, enfraquecendo o sistema que deveria dar sustentação e vida de qualidade para todos.    
 Cartaz CF 2012 
Tourada, 18 de fevereiro de 2012

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Capela Santa Rita de Cássia /NOTICIAS\

JMJ Rio2013: um coração que bate por você

Divulgada a logomarca oficial da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013

A divulgação da logomarca oficial da JMJ RIO 2013: um coração que bate por você, aconteceu nesta terça-feira, 7 de fevereiro, no auditório do Edifício João Paulo II (Glória), no Rio de Janeiro.

No lançamento da logo, além do presidente, o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, e dos vice-presidentes do Comitê Organizador Local (COL), Dom Paulo Cezar Costa e Dom Antonio Dias Duarte, estavam os responsáveis pelos setores que compõem o Comitê, informou a Assessoria de Imprensa do Evento.

Entre as autoridades compareceram o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e arcebispo de Aparecida, Cardeal Dom Raymundo Damasceno e o atual Secretário da Congregação para os Bispos, em Roma, Dom Lorenzo Baldisseri.

Participaram também cerca de cem bispos que estão reunidos no Centro de Estudos do Sumaré para o 21º Curso para Bispos, promovido pela Arquidiocese do Rio.

O Governador do Rio, Sergio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, além de secretários estaduais e municipais, políticos e demais autoridades civis também marcaram presença.

Na ocasião, Dom Orani anunciou o vencedor do concurso da logomarca, Gustavo Huguenin, 25, natural da cidade de Cantagalo, região Serrana do Rio. “Quero aqui expressar minha eterna gratidão a Deus pela realização deste sonho, um dia impensável e agora tão real. Sou extremamente feliz por ser um jovem que pode proclamar para todo o mundo a alegria de fazer parte da Santa Igreja Católica”, declarou Gustavo Huguenin.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse a cidade vai se mobilizar para realizar a maior JMJ da história. “Será um encontro de amor, de paz, fé e valores cristãos”, afirmou Paes.

Para o governador do Rio de Janeiro, esse é um momento de virada do Rio. “Depois que o Cristo se tornou uma das sete maravilhas do mundo, o Rio passou a ser mais ousado. E é esse evento que vai consolidar essa cidade pacificada. Vai ser o evento dos eventos e vamos fazer de tudo para ser a JMJ mais extraordinária de todas”, afirmou Cabral.

O arcebispo do Rio ressaltou que a logomarca traz as florestas, o mar, o Pão de Açúcar e todas as maravilhas do Rio. “Todos nós estamos como essa marca. Aqui, há um coração batendo forte e dizendo: venham ter essa experiência com Deus”, assegurou.

No momento da apresentação da logo, o Cristo Redentor foi iluminado com as cores verde e amarelo, em referência ao país sede da próxima JMJ.
 


www.rio2013.com/pt

Fonte: Zenit.org